Olá!

Eu gosto de escrever esse tipo de texto pois me lembra do que a vida oferece de bom. E isso me ajuda bastante a vencer meus momentos de tristeza mais existencial.

A lista é aleatória – até porque, sendo feita por mim, não teria como ser de outra forma. Mesmo assim, espero que possa inspirar um pouco quem lê e, mesmo que não, talvez seja uma maneira de conhecer coisas novas. 🙂

 

 

FACULDADE: INTERVENÇÃO DO ESTÁGIO EM EDUCAÇÃO INFANTIL

 

Durante pouco mais de dois meses, realizei um estágio obrigatório em uma turma de Educação Infantil. Quem me conhece sabe da minha dificuldade para lidar com infâncias e o processo todo foi bastante duro e enriquecedor.

O projeto de intervenção realizado foi quase uma despedida, uma vez que aconteceram nas minhas últimas três idas à instituição. Tive a oportunidade de compartilhar com as crianças um pouco da minha história e o fiz a partir da receita do Biscoito de Dona Lalá.

As crianças desenharam suas suposições sobre os sabores dos biscoitos, e esse encontro foi de muito crescimento para mim. Em um segundo momento, cozinhamos juntas os biscoitos e foi muito feliz perceber que estava proporcionando uma experiência significativa tanto para as crianças quanto para os adultos na instituição – inclusive (e talvez principalmente) para mim mesma. Por fim, no último encontro, levei meu ukulele. Sentamos em roda e criamos uma música para expressar a nossa parte preferida de toda experiência. As crianças participaram bastante e eu saí da escola bastante emocionada. Abaixo, disponibilizo o resumo de um trabalho em grupo do qual participei sobre o Campo de Experiência da BNCC “Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação”, que me ajudou a pensar especialmente na última atividade realizada com as crianças. As imagens utilizadas são da artista Kate Pugsley.

 

 

 

 

 

POESIA: MATILDE CAMPILHO

Uma amiga (beijo, Carol!) me apresentou essa poesia da Matilde Campilho e, bem, eu chorei. De emoção. Porque me lembra que poesia é uma forma de ver o mundo, é uma escolha cotidiana. E eu te convido a ver poesia no seu dia a dia.

 

O LIVRO DAS IGNORÃÇAS – MANOEL DE BARROS

A poesia como forma de ver o mundo também é uma escolha quando falamos de educação. Onde alguns enxergam dificuldades, outros podem ver oportunidades. Afirmar que o ponto de vista é uma escolha não significa dizer que seja uma escolha fácil, mas a poesia ajuda a torná-la mais natural – se é que isso faz algum sentido para quem me lê.

Mas talvez nem precise de sentido algum, só de sentimento. E é sobre isso este livro: sobre o que de fato importa.

Segue um trecho do texto “Uma Didática da Invenção”:

 

VII

No descomeço era o verbo.
Só depois é que veio o delírio do verbo.
O delírio do verbo estava no começo, lá
onde a criança diz: Eu escuto a cor dos
passarinhos.
A criança não sabe que o verbo escutar não
funciona para cor, mas para som.
Então se a criança muda a função de um
verbo, ele delira.
E pois.
Em poesia que é voz de poeta, que é a voz
de fazer nascimentos –
O verbo tem que pegar delírio.

 

LETICIONISMO DE QUARTA

Nas últimas semanas, idealizamos um quadro para o instagram da SCOPO, no qual eu dou dicas de organização e produtividade para os estudos. Tudo de forma muito acolhedora, é claro! 😉 É uma ideia muito bacana e que tem muito potencial para crescer. E me deixa com vontade de criar um canal para o YouTube também! Mas, caramba! Como é difícil falar para uma câmera. Então, sem dúvidas, é algo que preciso trabalhar em mim.

 

AMIZADES QUE FORTALECEM

Por fim, o maior destaque para das últimas semanas foram as minhas amizades. Amigas, muito obrigada. Sem vocês, minha vida não seria a mesma!

 

Um abraço e até o próximo texto (que, espero eu, seja publicado de acordo com o planejado). <3

Melhores de Abril e Maio

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